segunda-feira, 28 de julho de 2008

AGENDA 13

DIA 29/07 ( Terça -Feira )
  • 19:30 - Reunião no Bairro do Bom Jesus - Responsável Batinga

DIA 30/07 ( Quarta - Feira )

  • 19:30 - Reunião no Bairro do Bode - Responsável Israel e Pinóquio

DIA 31/07 ( Quinta - Feira )

  • 19:30 - Reunião no Bairro do Pilar - Responsável Eudes da Compesa

DIA 01/08 ( Sexta- Feira )

  • 19:30 - Reunião no Bairro de Jaguaribe, em fernte ao armazem de Jaguaribe - Responsável Professor Júnior

DIA 02/08 ( Sábado )

  • 10h - Reunião no Bairro do Paraizo Azul - Responsável Chicão
  • 14h - Reunião no Bairro do Alto da Felicidade - Responsável Billy
  • 20h - reunião com a Juventude no Comitê Central da Campanha - Responsável Conselho da Juverntude

DIA 03/08 ( Domingo )

  • 10h - Feijoada no Bairro Novo - Responsável Liege
  • 14h - Reunião no Bairro da Vila Velha

Sugestões de atividades, deixe comentário neste blog.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

AGENDA 13

A Frente Popular Pela Reconstrulção de Itamaracá, está divulgando apartir de agora a programação das atividades para que a militancia, filiados e todos aqueles, que acreditam na mudança, possam acompanhar o nosso Futuro Prefeito dfa Ilha de Itamaracá RUBINHO 13 e o Vice Cláudio Gadelha. Se agende:

DIA 24/07 ( Quinta-Feira)

  • 19:30 - Reunião na casa de Gal, localizada ao lado da casa de ração Dayana.

DIA 25/07 ( Sexta-Feira )

  • 19:30 - Reunião com as Mulheres da Ilha de Itamaracá no Comitê Central da Campanha Rubinho 13, Pilar.

DIA 26/07 ( Sábado )

  • 14h - Reunião com os Comerciantes de Itamaracá no Comitê Central da Campanha Rubinho 13, Pilar.
  • 19h - Reunião da Coordenação da Campanha com todos os Presidentes dos Partidos Políticos da Coligação Frente Popular Pela Reconstrulção de Itamaracáno Comitê Central da Campanha Rubinho 13, Pilar. (reunião restrita a apenas os presidentes e coordenação)

DIA 27/07 ( Domingo)

  • 10h - Reunião no Palhoção do Sossego
  • 14h - Porta-Porta com a candidata a vereadora Guida Guerra no Bairro do Forna da Cal, Concentração na entrada do Forte.

Mande sua proposta de atividades para o email: ptdeitamaraca@hotmail.com

é o PT e você, juntos em um só coração, reconstruindo a Ilha de Itamaracá.

domingo, 29 de junho de 2008

A Convenção da Vitória


O Partido dos Trabalhadores da Ilha de Itamaracá, em conjunto com o Partido Socialista Brasileiro - PSB, realizaram neste Domingo (29/06/08), as 10h, na escola Estadual Alberto Augusto de Morais Pradines, a Convenção da Frente Popular Pela Reconstrução de Itamaracá, o evento contou com as presenças do Secretário das Cidades do Estado de Pernambuco, Humberto Costa, João Paulo, Prefeito da Cidade do Recife, os Deputados Estaduais Tereza Leitão (PT) e Guilherme Uchoa (PDT), com a do Depultado Federal Fernando Ferro (PT), Presidente da EMTU, Dilson Peixoto, Maria José, que veio representando o Depultado Federal Pedro Eugênio, Gilberto Lopes, Lia de Itamaracá, do artista Luiz Jasmim, Walter Ayres, Presidente do PT de Itapissuma, além dos Presidentes dos Partidos PT, PSB, PRP, PDT, PTB, PTN, PSL, PRB, PCdoB, que juntos formaram uma grande frente em pról da reconstrução de Itamaracá.

Foi com uma imensa satisfação que todos os presentes aprovaram a chapa PT e PSB lançando RUBINHO para prefeito e Cláudio Gadelha para vice, duas grandes forças de Itamaracá unidas para fazer com que as benfeitorias do Governo Eduardo Campos e do Governo LULA possam chegar até Itamaracá. Após a solenidade capoeiristas animaram o evento, que contou com a participação de mais de 500 pessoas.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Edital de Convocação N° 06/08


O Partido dos Trabalhadores da Ilha de Itamaracá, através do seu representante legal, o Sr. Linaldo Nunes da Silva, Presidente, CONVOCA a todos os filiados, para comparecerem a Reunião Extraordinária em que será realizada a CONVENÇÃO do Partido no dia 29 de Junho de 2008 (Domingo), das 10h às 17h, na Escola Estadual Alberto Augusto de Morais Pradines da Ilha de Itamaracá, cuja Pauta será:

1. A homologação:
a. Dos nomes dos candidatos a Prefeito, Vice-Prefeito e Vereadores; e
b. Da Política de Alianças.
2. Divulgação dos números de Votação;
3. Assinatura do COMPROMISSO PARTIDÁRIO DO CANDIDATO (A) PETISTA.


Ilha de Itamaracá, 20 de Junho de 2008.



Linaldo Nunes da Silva
Presidente do PT



Publique-se,
Cumpra-se,
Divulgue-se.

ADIADA

FOI ADIADA EM REUNIÃO REALIZADA NO DIA 19 DE JUNHO DO CORRENTE ANO, A CONVENÇÃO O PARTIDO DOS TRABALHADORES DA ILHA DE ITAMARACÁ PARA O DIA 29 DE JUNHO ( DOMINGO ), AS 10H, NA ESCOLA ESTADUAL DO MUNICÍPIO (A ESCOLA SERÁ DEFINIDA ÁINDA ESTA SEMANA E O EDITAL PUBLICADO.
LINALDO NUNES DA SILVA
PRESIDENTE DO PT

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Edital de Convocação N° 03/08

O Partido dos Trabalhadores da Ilha de Itamaracá, através do seu representante legal, o Sr. Linaldo Nunes da Silva, Presidente, CONVOCA a todos os filiados, para comparecerem a Reunião Extraordinária em que será realizada o Encontro Extraordinário do Partido no dia 08 de Junho de 2008 (Domingo), das 10h às 14h, na residência do Assessor Jurídico do Partido, Dr. Ariovaldo Ferreira (ARI), situada a Av. João Pessoa Guerra n° 1546, Bairro Novo, cuja Pauta será:

1. Políticas de Aliança;


Ilha de Itamaracá,16 de Maio de 2008.

Edital de Convocação N° 04/08

O Partido dos Trabalhadores da Ilha de Itamaracá, através do seu representante legal, o Sr. Linaldo Nunes da Silva, Presidente, CONVOCA a todos os filiados, para comparecerem a Reunião Extraordinária em que será realizada o Encontro de Tática Eleitoral do Partido no dia 14 de Junho de 2008 (Sábado), das 10h às 14h, na residência do Assessor Jurídico do Partido, Dr. Ariovaldo Ferreira (ARI), situada a Av. João Pessoa Guerra n° 1546, Bairro Novo, cuja Pauta será:

1. Tática eleitoral; e
2. Atuação na Campanha;


Ilha de Itamaracá,16 de Maio de 2008.

Edital de Convocação N° 05/08

O Partido dos Trabalhadores da Ilha de Itamaracá, através do seu representante legal, o Sr. Linaldo Nunes da Silva, Presidente, CONVOCA a todos os filiados, para comparecerem a Reunião Extraordinária em que será realizada a CONVENÇÃO do Partido no dia 22 de Junho de 2008 (Domingo), das 10h às 17h, na Câmara de Vereadores da Ilha de Itamaracá, cuja Pauta será:

1. A homologação:
a. Dos nomes dos candidatos a Prefeito, Vice-Prefeito e Vereadores; e
b. Da Política de Alianças.
2. Divulgação dos números de Votação;
3. Assinatura do COMPROMISSO PARTIDÁRIO DO CANDIDATO(A) PETISTA.


Ilha de Itamaracá,16 de Maio de 2008.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Entrevista da Semana

Este é um quadro criado para contar um pouco sobre a vida e os pensamentos de alguns companheiros de Partido, que com suas atuações conseguem revolucionar e contribuir com o Progresso do Partido dos Trabalhadores da Ilha de Itamaracá - PE. Nesta Semana iremos abrir este quadro com a entrevista do Companheiro Ariovaldo Ferreira, conhecido como Arí do PT.


Sinopse: Arí é advogado, casado, reside em Itamaracá no Bairro Novo. desde 1962 atua em movimentos políticos ligados ao Comunismo e ao Socialismo. Fundou várias entidades importantes em São Paulo, que possuem referencia a nível nacional. Foi Membro e Militante do Partido Comunista do Brasil - PCB. Ajudou a Fundar o PT na década de 80 e até hoje, com 61 anos, participa do PT ativamente como Assessor Jurídico.

PT - Como começou a sua carreira política?

ARI - Em 1962 começou minha carreira política. Sempre levando bandeira do Socialismo. Iniciando pelo famoso Partidão (PCB) militando em movimentos populares fundando a Associação de Todas as Ordens, Sindicato União Cultural Brasil - URSS -Centro de defesa dos Direitos Humanos, Movimentos, Revistas, Organizando reivindicações populares e etc. alguns repreendidos por parte dos Militares. Mas nada que impedisse a impetuosidade que estava obtida na militância Comunista, como passagem a pela ALN ( Aliança Libertadora Nacional ) ao comando de Carlos Maringuela e posteriormente com a chegada da anistia que beneficiou bandidos ligados ao Regime de excessão, pois muitos devem ser julgados e os crime não prescrevem enquanto não julgados, e não existe auto anistia como fizeram.

PT - No período em que o Senhor participava do PCB, movimentos ligados ao comunismo eram perseguidos e, por isso muitos companheiros atuavam na ilegalidade. Em comparação com os dias atuais o senhor considera a política do PCB estava correta?

ARI - Após conhecer CUBA não me restou mais duvidas de que o caminho estava certo.

PT - Tendo em vista que o mundo Socialista que se sonhava, não aconteceu, e o que impera neste mundo é o Capitalismo "Selvagem", mesmo assim Você defende o Socialismo?

ARÍ- Continuo lutando sempre rumo ao Socialismo, até o dia de fechar os olhos pra sempre.

PT - Como advogado o Senhor atuou em que sentido?

ARI - como advogado atuei em favor dos companheiros perseguidos, atuando em várias jurisdições em favor de "favelados", "sem terras" e em ações populares.

PT - Na sua opinião, qual é o objetivo da Comissão de Apoio e dos Candidatos do PT de Itamaracá nessas eleições Municipais?

ARI - Temos como objetivo, auxiliar as candidaturas do PT. Levantar bem auto a estrela do PT. Reivindicando a nossa história, por isso nossos vereadores são aliados do movimento sociais e populares, defendem o Socialismo, a distribuição de renda, a reforma agrária, a participação popular, a recusa ao neoliberalismo, o mandato com moralidade e transparência, combatendo a corrupção, mobilizando e organizando a população para a conquista de seus direitos coletivos transformando as Câmaras em Instituições democráticas. Deverão ter muita sensibilidade para serem solidários com as necessidades da população. Conviver com os adversários sem ataques pessoais esse é o modo Petista de Legislar.

PT - O Senhor morou boa parte da sua vida em São Paulo. Como foi morar em Itamaracá e ainda mais Participar de uma Campanha Eleitoral difícil como a de 2004?

ARÍ- Hoje com 61 anos, sendo 50 anos passados em SÃO PAULO. Em 1998 resolvi morar na Região Nordeste e conheci Itamaracá. No ano de 2004 participei ativamente na campanha para Prefeito e Vereadores, a que centrou em minha residência sendo a mesma Comitê Eleitoral. Apoiando Rubinho.

PT - O Senhor Participará da Campanha Eleitoral deste ano (2008), como fez em 2004?

ARÍ- Agora, 2008, novamente como advogado do Partido apoiarei o mesmo Rubinho, e com apoio partidário fui indicado como o Candidato a Vice-Prefeito na Chapa de Rubinho. aguardando o desfecho desta preparação para a eleição espero consolidar a minha candidatura.

PT - Tratando um pouco de gestão Pública, Como você acha que devem ser procedido os investimentos em Itamaracá para que assim, a Ilha possa partir para um rumo de desenvolvimento?

ARÍ- Investimentos como os de Infra-Estrutura precisam ser precedidos de Ordenamento Territorial e Plano de uso econômico e diversificado, que distribua oportunidades e internalize riqueza no âmbito das Comunidades locais. O combate prévio aos impactos negativos, coibindo invasões, desatamentos, construções irregulares, terrenos não murados, coleta de lixo e etc., visam articular estratégia de desenvolvimento local, buscando uma melhora do saneamento, da educação, da saúde e da segurança pública.

PT - O PT possui a tradição de onde Governar implantar o Orçamento Participativo - OP. Você acha que Itamaracá, no caso de uma gestão Petista, está preparada para receber o OP?

ARI - Os itamaracaenses querem participar do Projeto de desenvolvimento Municipal, como forma de uma contribuição importante na: afirmação da diversidade cultural, no turismo, no artesanato, entre outras possibilidades. Por isso acredito que sim.

PT - Hoje o PT é referencia Mundial na administração voltada ao desenvolvimento Social. Porque você acha que onde o PT governa dá Certo?

ARI - O PT é hoje uma referencia consolidada de luta em defesa do Social, de empenho na organização da sociedade, de Governo em favor da maioria da população, na perspectiva do desenvolvimento de nosso Projeto Socialista. É por tudo isso que não tenho dúvida que onde o PT Governa da Certo.

PT - Obrigado Arí por fornecer esta entrevista.

ARI - Não a de quer, sempre estarei a disposição para esta ou para mais entrevistas.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Merenda e transporte escolar para ensino médio estão entre as novas propostas anunciadas



O PT e o PAC. Isto é o PT trabalhando para mudar a vida das pessoas

O governo anunciou no dia 12, no Palácio do Planalto, medidas complementares ao Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), conhecido como PAC da Educação, lançado em abril. Conheça abaixo as principais ações previstas:
  1. - Os programas de transporte escolar, merenda e dinheiro direto passarão a atender alunos do ensino médio. Hoje, apenas estudantes do ensino fundamental e educação infantil recebem esse tipo de apoio. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), com a expansão, 8,2 milhões de alunos do ensino médio terão merenda e o transporte escolar atenderá 1,14 milhão de estudantes da zona rural (educação infantil, ensino fundamental e médio). Com o Programa Dinheiro Direto na Escola, as escolas recebem pequena quantia de dinheiro para ser usada livremente para manutenção, como compra de cadeiras ou de um bebedouro. O presidente Lula assinou mensagem encaminhando, ao Congresso Nacional, o projeto de lei que prevê a ampliação dos programas.


  2. - A partir de 2008, universitários provenientes da escola pública ou com renda per capita familiar de até um salário mínimo e meio receberão auxílio moradia, alimentação, transporte e assistência à saúde. O governo investirá R$ 130 milhões por ano.- A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) concederá bolsas para alunos de pedagogia e licenciaturas que apresentarem projetos para melhorar a rede pública de ensino. O Ministério da Educação quer incentivar a formação de professores de ciências e matemática para o ensino fundamental e física, química, biologia e matemática para o ensino médio.


  3. - O Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo) cederá computadores e outros equipamentos eletrônicos para escolas públicas, com o objetivo incluir jovens e crianças no mundo digital. Os professores serão capacitados. O estados e municípios deverão oferecer infra-estrutura, suporte técnico e manutenção dos aparelhos. A meta do governo é que todas as escolas públicas tenham computador e acesso à internet até 2010. O Proinfo atenderá 13 mil escolas até o final do ano, de acordo com o MEC.


  4. - Bolsistas de pós-graduação da Capes e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) atuarão como tutores na Universidade Aberta do Brasil (UAB), instituição de educação a distância para professores do ensino básico que não têm graduação superior.


  5. - Criação do programa Brasil Profissionalizado, que visa adequar o ensino médio às demandas do mercado de trabalho.


  6. - Criação das Universidades Federal da Integração Latino-Americana (Unila) e Federal do Oeste do Pará (Ufopa). A primeira com sede em Foz do Iguaçu (PR) e a segunda em Santarém (PA). O Congresso Nacional precisa aprovar a criação das duas instituições.


  7. - Construção do Centro de Pesquisa em Neurociência e de uma escola de ensino regular em Macaíba (RN). O centro oferecerá dez cursos na área de neurociência. Com foco no estudo das ciências, a escola atenderá mil crianças, de todas as idades, da periferia.- Implantação do Sistema Escola Técnica Aberta do Brasil, que oferecerá cursos técnicos a distância. Os cursos são de nível médio.

  8. Para Itamaracá o PAC destinará na área de Infra-estrutura Social e Urbana - e Habitação o Investimento 2007-2010 o equivalente a 611.800,00 para os seguintes projetos:
  • Assistência Técnica - 38,9 Contratado

  • Elaboração de Plano Municipal de Habitação - 29,8 Contratado

  • Produção Habitacional - Ilha de Itamaracá - 543,1 Em Contratação

A maior parte destes recursos só foram disponibilizados porque O Estado de Pernambuco ajudou a Prefeitura, pois a Prefeitura não está devidamente qualificada ou não dispõe de pessoal para elaborar um projeto para a Cidade.


Agência Brasil e PAC - PE

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Perspectivas Eleitorais da Ilha de Itamaracá

O PT em Itamaracá encontra-se na linha de frente com grandes possibilidades de chegada à Prefeitura do Município.
Primeiro pelas suas lideranças tais como: Rubinho, Murilo, Arí, Pinóquio, Chicão, Ephren ( "F" ), André, Dr. Alexandre e etc. Com Organização Partidária dígna do Partido dos Trabalhadores, e conta concretamente com a fragilidade dos seus opositores.
Trataremos Itamaracá com muita Seriedade e Responsabilidade, com equipes competentes em todos os setores, não abriremos mão no sentido de em poucos meses vislumbrarmos grandes transformações onde toda a população irá testemunhar grandes obras, que modificará de uma vez por todas o destino para um futuro moderno em nossa Ilha.
Logo o Povo Conhecerá o modo Petista de Governar na Prefeitura, pois estaremos aliados aos movimentos Populares, para superar os males que atingem nosso povo, haverá prioridade de investimento para as políticas sociais, nos pautaremos po um, mandato com moralidade e transparencia.

Texto: Ariovaldo Ferreira - Arí do PT

terça-feira, 29 de abril de 2008

A esquerda latino-americana. O Uruguai

O giro à esquerda é a grande novidade da política latino-americana dos últimos anos. Hoje, 60% da população da região vive em países governados por líderes de esquerda e 65% do PIB é controlado por governos auto-identificados com a esquerda. Se delimitarmos o universo à América do Sul, a evidência é ainda mais avassaladora: 80% da população, 90% do produto e 81% da superfície se encontram em poder da esquerda. Este fenômeno se explica pelo esgotamento do modelo neoliberal, que gerou um crescimento econômico medíocre e um aprofundamento da brecha social, e com o fim da Guerra Fria, que permitiu o ascenso de partidos e líderes que no passado teriam sido bloqueados pelos Estados Unidos.
Mas trata-se também de uma nova esquerda. Mais pragmática e flexível, flutua entre a social-democracia e o populismo; aceita, ainda que às vezes sem muito entusiasmo, as regras do jogo democrático e emprega estratégias econômicas que vão do neoliberalismo corrigido a um estatismo de nova feição. Para captar as complexidades, distinguir os matizes e desbaratar os argumentos fáceis, o jornal argentino Página/12 publica uma série de sete notas sobre os sete governos da nova esquerda latino-americana: Venezuela, Brasil, Chile, Equador, Bolívia, Uruguai e Nicarágua. Nesta série de notas, Página/12 faz perguntas e busca respostas para entender a nova esquerda latino-americana. Agora é a vez do Uruguai. A matéria é de José Natanson e publicada pelo jornal Página/12, 06-04-2008. A tradução é do Cepat.
1. O governo de Tabaré Vázquez é neoliberal?
Como aconteceu com Lula no Brasil, a chegada ao poder da esquerda uruguaia foi precedida por uma gravíssima crise econômica, que começou em 1998 e se estendeu durante quatro longos anos, até que finalmente estourou em 2002: nesse ano fatal, o impacto combinado do colapso argentino e da instabilidade brasileira provocou um efeito catastrófico na frágil economia uruguaia, cujo resultado mais visível foi uma queda do PIB de 11% e uma corrida bancária sem precedentes, que fez com que em pouco tempo metade dos depósitos fossem retirados. O governo, aturdido, reprogramou os pagamentos da banca pública - uma espécie de default amistoso - e tratou de controlar uma desvalorização incontrolável, até que um oportuno socorro norte-americano na forma de um crédito de 1,5 bilhão de dólares permitiu superar o golpe.
Por pouco, o Uruguai conseguiu evitar um colapso total ao estilo argentino, mas o panorama que emergiu depois da tempestade era tenebroso: a dívida externa superava o total do PIB, o desemprego beirava os 20% e a coesa sociedade uruguaia mostrava-se fraturada, com os bairros precários alterando, pela primeira vez na história, a fisionomia elegante de Montevidéu. "Acabou por se tirar o véu que ocultava um país diferente que a maioria dos uruguaios resistia em ver", escreveu o cientista político Gerardo Caetano (Nueva Sociedad 184, mar.-abr. 2003). Depois de tocar o fundo, a economia uruguaia começou lentamente a reviver. Mas era uma recuperação frágil e precária, que convenceu Tabaré Vázquez para a necessidade de se mover com cautela diante das eleições presidenciais de 2004: o candidato se reuniu com empresários e banqueiros, esquivou algumas questões delicadas (nunca esclareceu inteiramente, por exemplo, se pensava em renegociar a dívida externa) e ofereceu a melhor prova de confiabilidade ao alcance de sua mão: o anúncio de que o renomado economista Danilo Astori, referência da ala moderada da Frente Ampla, se converteria, no caso de chegar ao poder, em seu ministro de Economia.
2. Foi boa a idéia de não chutar o tabuleiro da economia?
Administrada ferreamente por Astori, a política econômica do governo da Frente Ampla incluiu a assinatura imediata de um acordo com o FMI, um gasto público controlado e uma tímida reforma impositiva, muito menos radical que a insinuada na campanha. As tensões que esta estratégia gerou não tardaram em serem notadas num gabinete que incluía as referências das principais facções da coalizão. De fato, Vázquez teve que desautorizar o seu ministro da Economia em duas oportunidades: quando resistiu que o Congresso cumprisse a promessa de campanha de elevar o orçamento da Educação para 4,5% do PIB, e quando se opôs à criação do imposto sobre a renda das pessoas físicas, uma reivindicação histórica da esquerda uruguaia.
Mas as linhas mestras do plano econômico não foram alteradas no essencial e o peso interno de Astori foi crescendo simultaneamente à decolagem da economia, favorecida pelo incremento dos preços dos principais produtos de exportação (carne, lácteos, cereais), pela volta dos turistas argentinos e brasileiros às ensolaradas praias de Punta del Este e pela implantação de projetos longamente esperados, como a papeleira Botnia. Neste marco, o Uruguai cresceu 6,6% em 2005, 7% em 2006, 7,5% em 2007 e se estima um crescimento de 7% para 2008. À incômoda evidência estatística se poderia agregar um argumento qualitativo: a recuperação, ainda que liderada pelos setores tradicionais, como o turismo e o campo, inclui também uma expansão da indústria manufatureira.
Tudo isto é verdade, mas não é menos certo que a primarização da estrutura econômica, mal endêmico uruguaio, não só se manteve, mas que se aprofundou nos últimos anos: segundo os últimos dados da Cepal, mais de dois terços das exportações se concentram nos setores tradicionais, basicamente no setor agropecuário, ao passo que a proclamada recuperação industrial se apóia sobretudo nos ramos vinculados à base primária, como frigoríficos, arroz, curtumes, madeira e pasta de celulose. O turismo, por sua vez, continua sendo a principal fonte de ingresso de divisas. Tudo isto expõe a pequena e relativamente aberta economia uruguaia aos vaivens dos preços internacionais e, sobretudo, à instabilidade crônica de seus dois grandes vizinhos.
3. A política econômica ajudou a melhorar a situação social?
Junto com a Costa Rica (e até mediados dos anos 70 também Argentina), o Uruguai havia conseguido o notável recorde de se manter como um dos poucos países latino-americanos com baixos níveis de desigualdade social. Para isso foi fundamental uma geografia sem grandes acidentes, que evita, por exemplo, as típicas divisões serra-litoral dos países andinos, e uma dimensão reduzida, com apenas três milhões e meio de habitantes. Mas a relativa integração social do Uruguai não é só uma bênção da natureza, mas o produto de uma sociedade, talvez a mais européia - e europeizada - da América Latina, que valoriza a cultura da classe média e que já no começo do século XX, com José Battle, havia começado a construir o Estado de Bem-Estar social mais avançado da região.
Tudo isso, entretanto, havia mudado em março de 2005, quando Tabaré Vázquez assumiu o governo depois da crise econômica mais profunda da história nacional. A pobreza, depois de arranhar os 35%, ainda rondava os 30%, segundo o Instituto Nacional de Estatística, e o desemprego ultrapassava os 10%. Diante desta situação, o governo apostou, por um lado, na criação de empregos e no aumento do salário real, em decorrência da expansão econômica e como resultado das políticas de fomento industrial e agrícola. Ao mesmo tempo, criou o Ministério de Desenvolvimento Social, que nunca havia sido considerado necessário num país como o Uruguai, e foram ampliados os programas de assistência social com o lançamento do Plano Nacional de Emergência Social, cujo principal programa, o Ingresso Cidadão, hoje beneficia 300 mil pessoas. Estes esforços deram seus primeiros resultados: a pobreza baixou para 25% e o desemprego para 9,7%.
Mas a pobreza não apenas se expandiu; ela também mudou sua cara. A crise que estourou em 2002 trouxe à tona um novo quadro social: a indigência, que antes praticamente não existia, hoje atinge 3,5% da população. Ao mesmo tempo, verificou-se um processo de infantilização da pobreza que fez com que hoje 50% dos menores de 12 anos sejam pobres. Isto cria situações estruturalmente difíceis de mudar e que parecem impossíveis de atacar apenas com políticas sociais, por mais eficientes que sejam, já que envolvem questões muito complexas, como a segregação residencial, as novas condições dos mercados de trabalho flexibilizados, a terceirização no setor de serviços e outros tantos et cetera. "É o maior e mais difícil desafio de nosso governo", me disse Felipe Michelini, subsecretário de Educação e Cultura do Uruguai, quando conversei com ele depois de um seminário em Buenos Aires.
4. O governo de Vázquez avançou em outros aspectos?
Os direitos humanos eram um dos grandes itens da agenda de campanha. O novo governo impulsionou a aprovação legislativa dos tratados internacionais, criou um programa sobre o tema nas escolas e promoveu a pesquisa dos crimes da ditadura aproveitando as lacunas jurídicas da Lei de Caducidade, sancionada em 1989 - e ratificada num plebiscito - para frear as causas por violações aos direitos humanos. Contudo, apesar de que a Frente Ampla tenha liderado a campanha contra a lei, o governo de Vázquez cumpriu a promessa de campanha e se negou a derrogá-la.
Outro eixo programático da coalizão, as políticas de saúde reprodutiva, avançou parcialmente, com o impulso de algumas medidas de educação sexual e anticoncepcional responsável. Contudo, o governo se negou a enfrentar o sempre postergado debate sobre a despenalização do aborto. Em fevereiro de 2006, um grupo de deputados apresentou um projeto para autorizar a interrupção voluntária da gravidez até a 12ª semana de gestação. A idéia era aprová-la no Congresso e em seguida submetê-la a um plebiscito, o que converteria o Uruguai no primeiro país da América Latina em fazer seriamente uma discussão sobre o tema. Mas Vázquez, de forte formação católica, ameaçou não apenas em vetar a lei, mas em dissolver as Câmaras, um recurso institucional extremo, se estas insistissem no assunto. "Estou disposto a fazer o que for necessário", advertiu o presidente.
5. O governo de Tabaré Vázquez é tímido?
A pergunta não é mera provocação. Alguns, sobretudo, no lado argentino do Rio da Prata, seguramente pensam isso. É que diante das mudanças abruptas vividas na Argentina, que passou do neoliberalismo mais intenso do continente à crise mais profunda e daí a um governo furiosamente antineoliberal (ao menos no discurso), o que acontece no Uruguai parece sempre pouca coisa.
Mas seria preciso ver, em primeiro lugar, se este estilo de mudança lenta é tão negativo como pensam alguns. Em todo o caso, faz parte de uma cultura política que detesta os giros bruscos e avança sempre com movimentos amortiçadas, para bem e para mal. Em 1992, por exemplo, enquanto o resto da América Latina girava decididamente para a ortodoxia econômica, o Uruguai colocava um freio popular às reformas de mercado rechaçando num plebiscito as privatizações. E mais tarde, quando se anunciou a privatização parcial do sistema de aposentadoria, 60% dos uruguaios escolheram manter-se dentro do sistema estatal de partilha.
A ascensão política da esquerda não tinha por que romper esta tradição. Ao fim e ao cabo, a Frente Ampla nasceu em 1972 e só depois de três décadas, depois de perder duas eleições presidenciais e demonstrar que era capaz de governar Montevidéu, conseguiu chegar ao poder. Neste sentido, contra o que pensam alguns desprevenidos, o sucesso eleitoral não foi resultado de uma aspiração de mudança total, mas, ao contrário, da capacidade de Tabaré Vázquez em combinar uma mensagem de esperança difusa com os necessários sinais de tranqüilidade que uma sociedade que, mesmo decidida a passar a outra etapa, não parecia muito disposta a mudar a tradição reformista tão arraigada no país.
6. O Uruguai vai sair do Mercosul?
O conflito com a Argentina por conta da instalação da papeleira Botnia reavivou a discussão acerca das vantagens e desvantagens do Mercosul e esteve a ponto de sair do bloco. Assim como o Paraguai, o Uruguai se queixa de que a Argentina e o Brasil não os levam em conta na hora de tomar as grandes decisões, como a entrada da Venezuela como membro pleno, e que fazem pouco e nada para limitar as assimetrias.
Dos quatro sócios, o Uruguai é de longe aquele que conta com uma maior porcentagem de mercocéticos. Um setor importante da classe política, junto com boa parte da sociedade e dos meios de comunicação, defende a idéia de diversificar a política de integração para vincular-se com novos mercados. O debate divide também a Frente Ampla. De fato, Astori estimulou um acordo comercial com os Estados Unidos que teria implicado a saída do Uruguai do Mercosul e que finalmente se converteu num bem mais suave Tratado de Proteção de Investimentos. Na oposição, a maioria apóia a idéia, como me explicou o ex-presidente Luis Alberto Lacalle, uma das principais referências conservadoras de seu país, numa entrevista em Buenos Aires. "Temos que deixar de perder o tempo com besteiras como o Parlamento do Mercosul, que só serve para produzir viáticos. É preciso voltar a um acordo de livre comércio, que era a idéia original, para que possamos explorar outras alternativas complementares".
A opinião de Lacalle não deveria ser descartada pelo simples fato de ser um neoliberal. O diagnóstico tem sua lógica: típico caso de um país pequeno, o Uruguai produz muito de poucas coisas e consome pouco de muitas. Como diria um economista, é uma economia estruturalmente especializada e, portanto, vulnerável às flutuações dos preços dos poucos produtos que exporta. Aqueles que sugerem avançar num regionalismo aberto ao estilo do Chile argumentam que a única forma de evitar as variações dos preços internacionais é diversificar as exportações - e seus mercados de destino - através de acordos com outros países e blocos, para o qual o país conta com algumas vantagens inquestionáveis: uma localização estratégica, matérias-primas abundantes e uma tradição de estabilidade institucional adequada para atrair investimentos estrangeiros.
Mas esta proposta ignora o fato de que o Uruguai já se encontra estreitamente vinculado com seus vizinhos, especialmente a Argentina e o Brasil, que constituem seus dois principais sócios comerciais e que, somados, representam quase 50% de seu comércio exterior. Ambos os países são responsáveis, além disso, por alguns movimentos chaves da economia uruguaia, como o fluxo de turistas. Por mais que busque outras opções, o Uruguai, goste ou não, tem seu futuro irremediavelmente ligado ao de seus vizinhos. Os defensores do Mercosul sustentam, portanto, que a estratégia deveria consistir em fortalecer e melhorar o bloco, não em fragilizá-lo.
7. A esquerda uruguaia tem futuro?
Depois de duvidar muito, Vázquez descartou a possibilidade de buscar uma reforma constitucional que o habilite para a sua reeleição em 2009. Se estivesse habilitado, sua vitória seria certa, mas com o líder máximo fora da corrida presidencial o panorama é menos claro: o candidato mais popular nas filas da Frente Ampla, José Mujica, [ministro da Agricultura] provoca resistências em importantes setores da sociedade, um pouco por seu estilo desenfadado, que contrasta com o esmerado e circunspeto Tabaré, mas também por seu passado guerrilheiro (que de todos os modos não o impediu de garantir com seu apoio a moderação do governo). Com o superministro Astori acontece exatamente o contrário: tem uma alta intenção de voto, mas desperta fortes resistências internas.
Neste jogo complicado, todos esperam uma definição de Tabaré, cujo dedo mágico ainda não indicou seu favorito. Um governo de Astori implicaria uma clara continuidade econômica e, talvez, uma virada parcial na política internacional para uma maior aproximação com os Estados Unidos. A perspectiva de Mujica é incerta e nem ele próprio parece muito convencido de uma eventual candidatura. Outros possíveis postulantes, como o vice-presidente Rodolfo Nin Novoa, parecem no momento um pouco frágeis para enfrentar uma oposição provavelmente unificada. Em qualquer caso, o que é certo é que ninguém tentará uma mudança radical, nem para a esquerda nem para a direita, num país acostumado desde sempre a avançar como se caminhasse na água.
POSTADO POR PT NACIONAL

segunda-feira, 3 de março de 2008

Encontro Municipal do PT de Itamaracá - PE

O PT dá um Show na Câmara de Vereadores

Como programado o PT da IIha de Itamaracá realizou neste sábado, as 10h, em Reunião Solene realizada na Câmara de Vereadores da Cidade, o primeiro Encontro Municipal com a finalidade de deliberar sobre as Políticas de alianças e Escolha dos Candidatos para o pleito 2008. Estavam prestigiando o Evento o Secretário das Cidades do Estado de Pernambuco, Humberto Costa, o Presidente do PT de Itapissuma, Walter Ayres, o Presidente do PT e atual Vice Prefeito de Igarassu, Chico Gomes, o deputado Federal, Pedro Eugênio, e representantes do PT das Cidades de Araçoiaba, Abreu e Lima, Olinda e Recife. Sob casa cheia o Encontro foi aberto por Humberto Costa que falou sobre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC, enaltecendo os investimentos que os Governos Federal e Estadual vem aplicando no Município. o Secretário Estadual também falou das Movimentações do PT a nível Nacional e Estadual sobre a Política de alianças. Já prestes a Concluir o seu discurso Humberto Costa Elogiou o Trabalho do PT de Itamaracá e manifestou seu apoio ao Candidato Rubinho para as eleições deste ano. No decorrer das atividades do dia também falaram o Presidente do PT da Cidade de Itapissuma, o Vice -Prefeito Igarassu, o Deputado Federal Pedro Eugênio, todos em seus discursos apoiaram a candiadatura do Rubinho e pediram a integração do Partido em todas as Cidades frente aos mandatários de Direita.
Abrindo a pauta do dia Edvaldo Júnior, Assessor de Apoio a Gestão do PT de Itamaracá, informou a decisão tomada pela Executiva Municipal do Partido diante dos temas: Política de Alianças e escolha dos Candidatos. Sobre a Política de Alianças o PT decidiu que o Partido fará coligações, porém a definição dos Partidos Contemplados dependerá da deliberação Nacional do Partido Sobre o mesmo assunto e a tática Eleitoral. Sobre a escolha dos Candidatos, o Partido Homologou os nomes de diversos filiados para concorrerem a Vereança. Para o Cargo de Prefeito o PT continuou apoiando a candidatura de Rubinho. Salientando que o Partido está aberto a conversas com outros Partidos, o PT também indicou a candiadtura de um filiado ao Cargo de Vice-Prefeito, o nome contemplado foi o do Ariovaldo Ferreira, Arí. Assim o PT da Ilha de Itamaracá espera e acredita que só com uma união das bases é que Itamaracá possa sair deste marasmo em que se encontra nos dias atuais
Após a Solenidade o Partido dos Trabalhadores convidou a todos os presentes para participarem de uma comemoração, realizada na casa do candidato a Arí.