quarta-feira, 17 de junho de 2009

Base do governo vai trabalhar para aprovar reforma tributária, diz líder

A base do governo vai trabalhar intensamente para aprovar o quanto antes a proposta de reforma tributária, disse nesta quarta-feira (17) o líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS). Com essa finalidade, o líder convidou mais uma vez os partidos de oposição (PSDB, DEM e PPS) para uma reunião na terça-feira da próxima semana (23), às 14h.Segundo Fontana, o encontro ocorrido nesta manhã com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, não deixou dúvidas de que "a reforma é importantíssima para a economia brasileira, e não vai reduzir a arrecadação de nenhum estado".

A proposta foi discutida no ministério por todos os líderes da base e os vice-líderes do governo, além do relator, deputado Sandro Mabel (PR-GO), e do presidente da Comissão Especial da Reforma Tributária, Antonio Palocci (PT-SP). Pelo governo, além de Mantega, participou o secretário extraordinário de reformas econômico-fiscais, Bernard Appy. Os líderes da oposição, apesar de convidados, não compareceram à reunião.

Senado aprova MP que cria programa Minha Casa, Minha Vida

O Plenário do Senado aprovou na noite desta terça-feira (16) a Medida Provisória 459, que cria o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, que visa atender famílias de baixa renda de até dez salários mínimos. O texto, aprovado anteriormente pela Câmara dos Deputados, não recebeu emendas e segue, agora, para sanção presidencial.

O relator da MP no Senado, Gim Argelo (PTB-DF), lembrou que a meta do programa é construir um milhão de casas e que a parcela da população de até três salários mínimos terá a construção de suas casas subsidiadas.

"Depois de muitos e muitos anos, este país vai construir novamente casa para quem ganha apenas três salários mínimos. Então, ao meu modo de ver, é um programa que realmente atende à necessidade de todos aqueles que precisam e necessitam de uma residência a preço mais justo", argumentou o relator, ao defender a aprovação da MP.
O relator da matéria na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), promoveu uma série de mudanças na proposta original do governo. O relator incluiu no texto a extensão do programa a todos municípios.

A MP original previa a construção de um milhão de casas apenas em cidades com mais de 100 mil habitantes. Alves destinou ainda para as cidades de até 50 mil habitantes recursos de R$ 1 bilhão para atender as moradias de famílias com renda mensal de até três salários mínimos.

terça-feira, 16 de junho de 2009

O PT ESTÁ A FAVOR DA APROVAÇÃO URGENTE DA PEC 150

Abaixo-assinado pela Aprovação da PEC 150: http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/3958

Está na hora de unir esforços pela sensibilização dos nossos representantes em Brasília para a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional - PEC 150/03, que determina a vinculação de 2% dos recursos do Orçamento da União, 1,5% dos estados e 1% dos municípios à preservação do patrimônio cultural brasileiro e à produção e difusão da cultura nacional. União terá ainda que dividir 50% de sua cota da Cultura com as outras unidades da Federação - 25% com os estados e 25% com os municípios. Como forma de valorização do patrimônio cultural e desenvolvimento da produção e da economia da cultura em nosso país essa vinculação, que já ocorre em outras áreas como saúde e educação, precisa ser adotada imediatamente no Brasil.
PARA ASSINAR é só acessar:
http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/3958e colocar os seus dados.

Confira a redação da PEC 150:

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº DE 2003(Do Srs. PAULO ROCHA , GILMAR MACHADO, ZEZEU RIBEIRO, FÁTIMA BEZERRA e outros) Acrescenta o art. 216-A à Constituição Federal, para destinação de recursos à cultura As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do § 3º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional:
Art. 1º É acrescentado o art. 216-A à Constituição Federal, com a seguinte redação: "Art. 216-ª A União aplicará anualmente nunca menos de dois por cento, os Estados e o Distrito Federal, um e meio por cento, e os Municípios, um por cento, da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, na preservação do patrimônio cultural brasileiro e na produção e difusão da cultura nacional. § 1º - Dos recursos a que se refere o Caput, a União destinará vinte e cinco por cento aos Estados e ao Distrito Federal, e vinte e cinco por cento aos Municípios. § 2º - Os critérios de rateio dos recursos destinados aos Estados, ao Distrito Federal, e aos Municípios serão definidos em lei complementar, observada a contrapartida de cada Ente.
Art. 2º Esta Emenda entra em vigor na data de sua publicação. JUSTIFICAÇÃO A exemplo do que já ocorre nas áreas de educação e saúde, a valorização da cultura nacional depende de um decisivo e continuado apoio governamental . Esta é também a regra no resto do mundo, ou, pelo menos, nos países em que a cultura é considerada como um valor a ser preservado e promovido No nosso caso, em particular, o financiamento do Estado tem outra importante função, qual seja a se equalizar o acesso e democratizar os benefícios dos produtos culturais, disseminando-os entre os segmentos excluídos da sociedade. Estas manifestações não podem ser inteiramente privatizadas, e as pessoas de baixa renda ou da periferia não podem ser simplesmente excluídas. Nem se pode admitir que a cultura seja apenas um acessório. A cultura tem que ser entendida como espaço de realização da cidadania, da superação da exclusão social e como fato econômico, capaz de atrair divisas para o país e, internamente,gerar emprego e renda. Assim compreendida, a cultura se impõe, desde logo, no âmbito dos deveres estatais. É um espaço onde o Estado deve intervir. Mas não segundo a velha cartilha estatizante, mas como um formulador de políticas públicas e estimulador da produção cultural A opção para o atendimento a esta necessidade reside na vinculação de receitas - apenas tributárias, apenas de impostos - aplicando parte delas e transferindo outra para os demais Entes, possibilitando, inclusive, a adoção de programas nacionais, sob a forma de participação conjunta. Por estas razões, espero o amplo e dicidido apoio de meus Pares.
Sala das Comissões, em de de 2003
Deputado Paulo Rocha PT/PA
Deputado Gilmar Machado PT/MG
Deputado Zezeu Ribeiro PT/BA
Deputada FátimaBezerra PT/RN

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Petrobras desmente matéria sensacionalista da Folha de S.Paulo

Leia abaixo nota publicada no blog Petrobras Fatos e Dados:

A Petrobras lamenta que o jornal Folha de São Paulo, mais uma vez, apesar de ter recebido esclarecimentos prévios, tenha criado uma manchete sensacionalista com destaque de capa no dia 14/06, intitulada “Petrobras paga R$ 4 milhões a produtoras ligadas ao PT”, baseada em insinuações não comprovadas por fatos e dados. Também omite informações relevantes de seu conhecimento para induzir o leitor a aceitar suas hipóteses tortuosas.

O primeiro e mais contundente erro, que induz o leitor a acreditar que há uma ligação entre a direção da Companhia e um empregado demitido por justa causa devido a irregularidades constatadas a partir de procedimentos internos desrespeitados, é a informação de que uma comissão coordenada pelo empregado Rosemberg Pinto não foi conclusiva a respeito das irregularidades que motivaram a abertura de um novo processo investigatório em outra instância gerencial da Companhia.

Pelo contrário, a comissão atestou as irregularidades de gestão e determinou o aprofundamento das análises dos contratos e pagamentos, conforme esclarecemos na nossa resposta enviada para a FSP em 12/06/2009 às 18h25: “Em 18 de dezembro de 2008, a comissão apresentou o seu relatório, concluindo que havia evidências de que o gestor da área não observou as normas internas da Companhia quanto aos procedimentos de contratação e de acompanhamento de realização orçamentária. Esta comissão recomendou a realização de uma análise dos contratos e pagamentos efetivados pela sua gerência de Comunicação”.

A Petrobras volta a enfatizar que, por decisão exclusivamente interna, verificou e puniu prontamente as irregularidades constatadas o que, por si só, evidencia o compromisso desta direção com a correção de seus processos internos.

O segundo erro foi a conclusão precipitada de que a demissão do empregado foi por desvio de recursos. Ela foi decidida com base em identificação de não cumprimento de obrigações trabalhistas, constantes nas normas e procedimentos internos da empresa, estando as potenciais questões penais e cíveis ainda sob investigação, bem como a comprovação de dolo. O relatório da Comissão de Averiguação constituída para avaliar o caso foi enviado ao Ministério Público e à Controladoria Geral da União, conforme determina a lei para os órgãos da administração direta e indireta.

Oficiados, caberá a eles encaminhar ou não o caso aos órgãos policiais, a quem cabe comprovar e verificar se houve ou não a intenção dolosa. Esse processo ainda está em andamento o que não permite à Folha ou a qualquer outro órgão fazer ilações a respeito de supostos desvios ou irregularidades penais.

Com base em conclusões prematuras, porque ainda não analisadas pelos órgãos competentes, o jornal cria ilações sobre possíveis ligações políticas nas decisões da Companhia. Para isso, ignora a informação sobre a carreira profissional do empregado demitido, conforme informa a resposta que lhe foi previamente enviada. Também incorre em erro ao dizer tratar-se de ex-dirigente sindical, o que não é o caso. “O empregado, admitido na Petrobras em maio de 1994, por concurso público, foi designado Gerente de Comunicação do Abastecimento em outubro de 2004. Na sua evolução profissional dentro da Companhia, já havia ocupado interinamente outras gerências, além de ter sido nomeado, em março de 2001, gerente de Comunicação da Refinaria Landulpho Alves/ RLAM, na Bahia. Essas nomeações ocorreram dentro de um processo natural de evolução de carreira dos empregados da Petrobras.”.

Os contratos celebrados pela Petrobras atendem ao Decreto 2745/98, que norteiam os procedimentos licitatórios da Companhia, de acordo com a Lei do Petróleo (Lei 9478). Não compete à Petrobras buscar saber se há ou não relações, supostas ou verdadeiras, entre os proprietários de empresas contratadas e quaisquer partidos políticos ou governantes.

A Petrobras pauta a escolha de seus fornecedores pela legalidade e pela capacidade de executar o trabalho para o qual eles estão sendo contratados. Nosso entendimento é que a da Folha de São Paulo, ao destacar parcialmente as explicações da Companhia ou criar títulos de ambigüidade indiscutível, reflete uma opinião deslocada de fatos. Esse modus operandi, por sua vez, revela um descabido preconceito e tentativa de linchamento público e condenação prévia ao insinuar que a empresa possa vir a estabelecer vínculos ou relações com determinados partidos.

A Petrobras repudia com veemência essas insinuações que, por mais de uma vez, já foram objeto de resposta e explicação: não há viés ideológico nas centenas de milhares de contratos estabelecidos pela empresa. A Petrobras possui um rígido Código de Ética, amplamente divulgado para a sua força de trabalho, e que rege também as relações com os seus fornecedores, sejam pequenas ou grandes empresas. Não há interferência política ou partidária em suas decisões. Ressaltamos que a Companhia – sistematicamente submetida a auditorias internas e externas, com ações negociadas nas bolsas de São Paulo, Nova York, Madri e Buenos Aires – é considerada referência em transparência e governança corporativa no Brasil e no exterior.
Cabe ressaltar, por fim, que todo o processo de que trata a matéria durou apenas quatro meses, desde o início da apuração, em 5 de dezembro de 2008, até a decisão pela demissão por justa causa do responsável pelas irregularidades, em 3 de abril de 2009.

A Petrobras determinou ainda que fossem minuciosamente analisados todos os contratos e pagamentos efetuados por aquela gerência em 2008, trabalho que será concluído dentro de 180 dias.

Lula defende, na ONU, nova ordem econômica mundial que priorize a produção

Matéria atualizada às 16hO presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, no Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra, uma nova ordem econômica mundial, que recompense a produção e não a especulação, além de ter ressaltado a necessidade de defesa dos direitos dos pobres. O presidente pediu que todos os países, ricos e pobres, debatam juntos a crise, suas causas, efeitos e as soluções. Também denunciou no discurso, muito aplaudido pelos membros do Conselho, os ''efeitos perversos'' da crise, que afeta os emigrantes e os mais pobres, que não são os responsáveis pela recessão que afeta vários países.
Lula recordou que prestar atenção aos direitos humanos é uma parte indispensável de qualquer estratégia para superar os efeitos da crise mundial que explodiu em setembro de 2008. ''Como dirigente de um país em desenvolvimento, espero que da crise surja uma nova ordem internacional que recompense a produção e não a especulação'', afirmou o presidente do Brasil. ''Esta nova ordem também deve respeitar as normas meio ambientais viáveis e transformar o comércio internacional em um instrumento de desenvolvimento para uma distribuição mais justa da riqueza'', completou Lula, antes de participar em uma reunião da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a crise.
''A crise financeira, que nasceu da desregulamentação das economias mais ricas, não é um pretexto para estimular o descumprimento das obrigações de cada Estado com a promoção e a proteção dos direitos humanos'', explicou o presidente, que deve se reunir em Genebra com o presidente francês Nicolas Sarkozy. ''Também não deve levar ao descumprimento dos compromissos com os mais necessitados'', completou, antes de lembrar que o Congresso do Brasil acaba de aprovar uma lei que regulariza a situação de milhares de emigrantes.Lula pediu que os trabalhadores tirem vantagem da crise financeira mundial para ajudar a formar uma nova ordem econômica. Segundo ele, há uma oportunidade excepcional para que os trabalhadores, sindicalistas e líderes comerciais pensem e apresentem propostas que mudem as relações entre os Estados e a sociedade civil. ''Temos que aproveitar o momento. Não é esquecer a crise, mas, a partir dela, descobrir o que podemos fazer de novo. A presença de vocês dá força para produzir temas'', disse Lula.
Convenção da ONU
Para o presidente, as variações do ano passado nos preços do petróleo e das commodities ocorreram devido à especulação. Ele voltou a criticar setores do mercado financeiro, que especulam sem produzir. ''Alguns tentam transferir o ônus da crise para os mais fracos e é aí que aparece a face oculta e cruel da globalização. Os trabalhadores imigrantes se tornam os bodes expiatórios e a comunidade internacional não pode permitir que isso ocorra'', afirmou.
O G-20, grupo de países ricos e ''emergentes'', do qual o Brasil faz parte, pediu à OIT que desenhe políticas para levar o mundo a uma recuperação da crise. A OIT diz que é importante evitar um atraso na criação de postos de trabalho enquanto a economia se recupera, pois o emprego e a renda vão sustentar o consumo que servirá como alicerce para o crescimento sustentável. Lula afirmou que, de 2003 a 2008, o Brasil criou 10 milhões de empregos formais e aumentou o salário mínimo em 65%. O presidente destacou que o país conseguiu combinar a expansão das exportações com o aumento do consumo interno.
O Brasil demonstrou solidariedade aos outros países, legalizando imigrantes ilegais, afirmou Lula. Lembrando que trabalhou em uma fábrica enquanto era adolescente, Lula ressaltou que o Brasil foi o primeiro país das Américas a ratificar uma convenção da ONU contra o trabalho infantil. O presidente também disse que é inaceitável ver mais de 1 bilhão de pessoas no mundo passando por dificuldades para comer, e afirmou que a crise expõe a falsidade das doutrinas neoliberais.

Deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), apresenta parecer sobre o caso Edmar Moreira

BRASÍLIA - O relator do processo contra o deputado Edmar Moreira (sem partido-MG) no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), apresenta seu parecer nesta quarta-feira. O parecer ainda não foi divulgado.
Edmar Moreira é acusado de uso indevido da verba indenizatória. Em sua defesa, ele argumentou que não havia regras sobre a utilização desses recursos e pediu o arquivamento do processo.

A reunião está marcada para ser realizada às 13 horas no plenário 4.

(Agência Câmara)

Candidatos devem fazer a inscrição do ENEM até 17 de julho para o exame deste ano

Estão abertas as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os candidatos podem se inscrever até 17 de julho, apenas pela internet, na página eletrônica criada especialmente para atender estudantes concluintes e egressos do ensino médio. As provas serão realizadas em 3 e 4 de outubro.

A partir deste ano, com a reformulação do exame, as médias da prova podem ser usadas no processo seletivo de ingresso em instituições federais de educação superior. Outra novidade é que o Enem valerá como certificação de conclusão do ensino médio, desde que o candidato tenha 18 anos completos na data da prova.

Estão liberados de pagamento da taxa de inscrição os concluintes de escolas públicas e os participantes do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) de 2006, 2007 e 2008. Outros interessados na isenção devem fazer o pedido até sexta-feira, dia 19.

Mais detalhes sobre o processo de inscrição, pedidos de isenção e aplicação da prova na nova página eletrônica do Enem.

domingo, 14 de junho de 2009

Minha casa amplia atuação habitacional em Itamaracá


O Governo do Estado e a prefeitura de Itamaracá, no Litoral Norte, assinaram um termo de cooperação técnica que vai permitir o fortalecimento das ações do Programa Minha Casa, Minha Vida no município. Participaram da solenidade o secretário das Cidades, Humberto Costa, o presidente da Companhia Estadual de Habitação e Obras - Cehab, Amaro João, e o prefeito de Itamaracá, Rubem Catunda.


A assinatura do convênio possibilita o fortalecimento das ações do Minha Casa, Minha Vida, contribuindo para a redução do déficit habitacional na Ilha de Itamaracá. Também será possível viabilizar a desoneração fiscal dos tributos municipais incidentes sobre aquisição da casa própria.


O termo de cooperação também permite que sejam unificadas e compartilhadas as informações sobre o banco de terras municipal e estadual, além de assegurar maior agilidade na liberação de licenças ambientais dos empreendimentos do programa do Governo Federal. Além disso, a parceria possibilita o apoio do Governo, por intermédio da Secretaria das Cidades e da Cehab, à implementação do Plano Municipal de Habitação.


O site da Prefeitura de Itamaracá já disponibiliza o sistema online desenvolvido pelo Governo do Estado para a inscrição no Minha Casa, Minha Vida, o que dará mais velocidade à operacionalização do programa. Ao todo, mais de 150 mil pessoas já estão inscritas no programa do Governo Federal. Desse total, mais de 50 mil se inscreveram pela Internet.


Para se Inscrever no Programa Minha Casa Minha Vida é só Clicar neste Link http://www.minhacasaminhavida.pe.gov.br/

Bancada do PT pedirá que Lula vete artigos da MP da Grilagem na Amazônia

A bancada do Partido dos Trabalhadores, unida, fará um apelo ao presidente Lula para vete artigos da Medida Provisória (MP n º 458/2009) que regulamenta a situação fundiária da Amazônia Legal. Da maneira como a MP foi aprovada, na noite de ontem, quarta-feira (3), foi aberta a oportunidade para a titulação de terras da União e sua comercialização em áreas de até 1.500 hectares num prazo de três anos, ao contrário do prazo de dez anos recomendado pela ex-ministra do Meio Ambiente, senadora Marina Silva. O líder do PT e do Bloco de Apoio ao Governo, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), defendeu em plenário que a medida deveria garantir a certificação de propriedade somente para as pessoas que vivem do sustento de suas terras, “caso contrário, o Senado vai aprovar a MP da Grilagem”, afirmou.
A senadora Marina Silva demonstrou sua certeza de que a MP não beneficiará os pequenos e médios ocupantes das terras que atuam de forma “mansa e pacífica” tão logo defendeu as alterações de sua autoria. Segundo ela, as alterações propostas pela relatora do projeto de conversão da Medida Provisória (PLV nº9/2009), senadora Kátia Abreu (DEM-TO), representante política do agronegócio, facilitou a regularização de áreas com até 1.500 hectares para pessoas físicas e jurídicas (empresas). Além disso, a proposta que venceu garante que essas terras tituladas sejam vendidas depois de três anos.
Essa medida vai facilitar a vida dos grileiros que têm terras como pessoas físicas e como empresas. “Num dia regulariza a área de 1.500 hectares em nome da pessoa física, no outro a área de 1.500 hectares em nome da empresa e no dia seguinte vende-se as terras em contratos de gaveta, com prazo de três anos”, destacou o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), ao externar sua preocupação com o descumprimento dos artigos do projeto.
O senador, durante a discussão da proposta, disse ser necessário que todas as áreas em regularização passem por vistoria prévia, e não apenas para extensões de um a quatro módulos de terra, ou seja, áreas de 100 a 400 hectares - cada módulo corresponde a 100 hectares, conforme emenda apresentada pela senadora Marina Silva. Pelo projeto aprovado, as áreas com até 15 módulos (1.500 hectares) não passarão por vistoria, o que reforça o temor de se oferecer uma benesse aos grileiros.
O senador João Pedro (PT-AM) reconheceu que é fundamental regularizar as terras da União na Amazônia, principalmente das famílias que se adaptaram à região conhecida por sua rica diversidade e de difícil sobrevivência. “Não acho favorável regularizar a terra que é ocupada pelos prepostos e nem para pessoas jurídicas, mas sim para aqueles que vivem lá”, afirmou.
Marina Silva citou alguns dados que recentemente foram apresentados em audiência pública no Senado por uma entidade ligada ao agronegócio, apontando que a regularização fundiária poderá movimentar mais de R$ 100 bilhões num curto período, caso não haja veto presidencial. As áreas até 4 módulos correspondem a 81% do total de 7,8 milhões de hectares, cujos valores são equivalentes a R$ 13 bilhões. “Vejam, as pequenas propriedades representam um patrimônio da União de R$ 13 bilhões”, salientou.
Em seguida, Marina disse que as terras com espaços acima de 1.500 hectares representam 72% da área total de 49 milhões de hectares. “Estamos falando de um patrimônio público de R$ 84 bilhões. Portanto, gostaria de saber onde está o espírito de equidade social, o interesse social para alienar terras públicas”, questionou.
“A MP do governo previa que a venda dessas terras só poderiam ser realizadas após dez anos, como forma de dificultar a grilagem, a falsificação de documentos e a dupla ocupação das terras. Além disso, a regularização apressada tende a acelerar a obtenção de crédito de órgãos oficiais. Isto também merece cuidado”, observou a ex-ministra do Meio Ambiente.
Fonte: Assessoria de Imprensa

Concurso estimula militância a contar histórias dos 30 anos do PT

Foram abertas nesta quarta-feira (3) as inscrições para o Concurso Outras Memórias, que faz parte das comemorações dos 30 anos do PT, a serem completados em 2010.
A idéia é estimular a militância petista a relatar experiências relacionadas à história do partido e a essas três décadas de luta por um país mais justo e democrático.
O concurso receberá inscrições nas categorias Literatura (Contos, Causos e Crônicas), Música e Audiovisual (Curta Metragem) até o dia 8 de setembro de 2009.
Para se inscrever é preciso ser filiado ao PT ou indicado por um filiado. Cada participante pode enviar quantos trabalhos desejar, desde que separadamente e identificados apenas por pseudônimo.
Após análise de uma Comissão Julgadora, os trabalhos vencedores serão publicados no Portal do PT em 30 de janeiro de 2010. O concurso é uma promoção das Secretarias Nacionais de Cultura e Comunicação do PT e da Fundação Perseu Abramo.
Para saber detalhes do regulamento, das inscrições e da premiação, entre outros, consulte a página eletrônica especial do Concurso Outras Memórias, em:

sábado, 13 de junho de 2009

Em Teresina, governadores do PT reafirmam candidatura de Dilma em 2010

Os governadores do PT reunidos na quinta-feira (11) em Teresina, no Luxor Hotel, para debater sobre a administração que o partido faz em alguns estados, municípios e no Brasil, também reafirmaram a pré-candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, à presidência da República em 2010. Todos foram unânimes em defender o nome da ministra, que deverá ser referendado pelo conjunto do partido no ano que vem.

Participaram do evento, coordenado pelo governador do Piauí, Wellington Dias, os governadores Ana Júlia Carepa (Pará), Jacques Wagner (Bahia), Binho Marques, (Acre), além dos ex-governadores Cristóvam Buarque (Distrito Federal), que hoje pertence ao PDT, Jorge Viana (Acre) e Olívio Dutra (Rio Grande do Sul). O ministro da Previdência Social, José Pimentel, também participa do encontro.

Para o governador Wellington Dias, o partido tem que trabalhar no tempo certo para que a pré-candidata possa reunir a composição com outras siglas da base aliada. “Liderada pelo presidente nacional Ricardo Berzoini. De forma que possa formar uma chapa forte”, afirmou.
A governadora do Pará, Ana Júlia, disse que a ministra conta com sua total simpatia. Ela ressaltou que seu estado está pronto para comandar a campanha de Dilma na Amazônia. “Imagine o Brasil sem as empresas estatais que nós temos como o Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Caixa. Isso tudo seria privatizado. As pessoas têm que avaliar o que era feito antes do presidente Lula assumir e como é hoje”, declarou.
O ministro José Pimentel foi enfático ao afirmar que chegou o momento de o Brasil ter uma mulher na presidência da República. “Na data certa o PT irá deliberar sobre isso”, destacou.

Popularidade de Lula dá força para superar crise, afirma Mercadante

O líder do PT e do bloco de apoio ao Governo no Senado, Aloizio Mercadante (SP), acredita que a queda de 0,8% do PIB demonstra certo alívio para o Brasil, uma vez que a expectativa era de uma redução ainda maior no crescimento da economia no primeiro trimestre deste ano.
"É uma sinalização da capacidade de resistência de o Brasil resistir à crise financeira e seguramente nós vamos recuperar o crescimento e sair à frente. Todos os nossos indicadores macroeconômicos demonstram isso", afirmou.
Para o senador, a alta popularidade do presidente Lula também é fator importante para esta superação.
"Como disse o presidente Obama (Barack Obama, presidente dos EUA), o presidente Lula tem a maior popularidade do planeta e isso é muito importante porque dá mais força para o governo trabalhar e superar a crise", enfatizou ao comemorar os 80% de aprovação de Lula conforme a pesquisa CNI/Ibope.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Liderança do PT no Senado

Base governista obstrui CPI das ONGs e Mercadante admite não instalar CPI da Petrobras

A base governista obstruiu a sessão da CPI das ONGs no Senado depois que a oposição quebrou acordo de entendimento que devolveria a relatoria da comissão aos aliados. "Enquanto não houver acordo e a oposição não rever a sua posição, não daremos quórum. É difícil qualquer coisa prosperar" avisou o líder do PT e do bloco de apoio ao Governo no Senado, Aloizio Mercadante (SP), referindo-se, à possibilidade de não instalação da CPI da Petrobrás, prevista para esta quarta-feira (10).
Em sessão realizada no início da tarde desta terça-feira (9), no Senado, o presidente da CPI, Heráclito Fortes (DEM-PI), negou-se em colocar receber questão de ordem apresentada pelo líder do Governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) para reaver a relatoria da comissão ao senador Inácio Arruda (PCdoB-CE).
Arruda foi retirado do cargo por Heráclito Fortes quando passou a ser suplente naquela comissão para assumir a titularidade da CPI da Petrobras. O líder do PT explicou que reintegrou o senador cearense à titularidade da CPI das ONGs e que, neste caso, o acordo que assegurou a presidência da comissão ao DEM, fechado com a base governista, deveria ser respeitado, pois inclui o direito de o governo indicar o relator.
Logo após a decisão de Heráclito de não conhecer a questão de ordem nem de encaminhá-lo para votação ao plenário da comissão, os integrantes da CPI pertencentes aos partidos governistas retiraram-se. Mesmo sem quórum regimentalmente exigido, o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), iniciou a leitura do seu plano de trabalho como se relator fosse.Ao longo da reunião, Mercadante e o líder do governo no Senado Romero Jucá (PMDB-RR), haviam solicitado ao presidente da comissão que apreciasse questão de ordem argumentando que houve quebra do entendimento anterior, quando os aliados elegeram um oposicionista para a comissão. Municiado pelo regimento interno na Casa, Mercadante apresentou argumento que caberia à presidência da comissão colocar em votação a questão de ordem do governo.Além dar garantia ao cumprimento dos acordos políticos firmados, o cargo de relator na CPI das ONGs é considerado estratégico para o governo.
Heráclito reafirmou a regularidade da substituição, afirmando que o senador pelo Ceará havia deixado de ser membro titular da comissão, de modo que não poderia continuar como relator. Jucá e Mercadante afirmaram que a substituição de Inácio Arruda sem uma consulta aos demais integrantes da CPI constitui quebra do acordo firmado entre governo e oposição quando a comissão foi instalada, em 2007.
Na verdade, o argumento da oposição é facilmente questionável, uma vez que, o senador Inácio Arruda voltou à titularidade da CPI das ONGs horas depois de ser colocado como integrante da CPI da Petrobras, ficando como suplente dessa última. Diante da resistência da oposição, a base governista apresentou recurso para que a questão de ordem seja levada ao plenário do Senado.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Liderança do PT no Senado