Neto do presidente do Senado divulgou nota de esclarecimento. Ele nega que banco recebeu autorização para consignado após contratá-lo.
O neto do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), José Adriano Cordeiro Sarney, divulgou nota nesta quinta-feira (25) negando que o parentesco tenha resultado em favorecimento às suas atividades empresariais. José Adriano é sócio de uma empresa de consultoria intermediadora de convênios de bancos com o Senado. Ele disse que tomará “medidas judiciais” em relação à reportagem do jornal "O Estado de São Paulo".
O neto do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), José Adriano Cordeiro Sarney, divulgou nota nesta quinta-feira (25) negando que o parentesco tenha resultado em favorecimento às suas atividades empresariais. José Adriano é sócio de uma empresa de consultoria intermediadora de convênios de bancos com o Senado. Ele disse que tomará “medidas judiciais” em relação à reportagem do jornal "O Estado de São Paulo".
“Condeno as insinuações descabidas. Nunca tive qualquer favorecimento, sou profissional qualificado, cuidando da minha vida. Em defesa do meu conceito profissional, informo que, em relação à reportagem, vou adotar as medidas judiciais necessárias”, diz trecho da nota. A nota foi divulgada através do gabinete do pai de José Adriano, o deputado federal Sarney Filho (PV-MA). José Adriano destaca sua formação em economia e administração em universidades do exterior. Ele afirma ter atuado como gerente do departamento de crédito do HSBC antes de partir para a sua própria empresa. O banco foi um dos clientes de José Adriano que realizou convênio para operar crédito consignado no Senado. O neto de Sarney destaca na nota que o banco já tinha autorização para operar com crédito consignado quando o contratou.
Segundo o jornal, em pelo menos dois casos, os bancos credenciaram primeiro a empresa de José Adriano e só depois é que foram autorizados a operar crédito consignado no Senado. O HSBC credenciou a Sarcris em maio e em dezembro assinou o ato que o autorizou a entrar na Casa.O jornal também afirmou que a localização da Sarcris não existe nos endereços que declara nos documentos oficiais. José Adriano diz que devido à crise financeira mundial foi obrigado a reduzir as atividades e por isso a empresa não tem mais sede. Ele informou dois endereços anteriores da empresa em Brasília.
Segundo o jornal, em pelo menos dois casos, os bancos credenciaram primeiro a empresa de José Adriano e só depois é que foram autorizados a operar crédito consignado no Senado. O HSBC credenciou a Sarcris em maio e em dezembro assinou o ato que o autorizou a entrar na Casa.O jornal também afirmou que a localização da Sarcris não existe nos endereços que declara nos documentos oficiais. José Adriano diz que devido à crise financeira mundial foi obrigado a reduzir as atividades e por isso a empresa não tem mais sede. Ele informou dois endereços anteriores da empresa em Brasília.
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Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília
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